Terapia Ocupacional Infantil

    Terapia Ocupacional para Crianças com Autismo

    Cada criança no espectro autista tem um perfil sensorial, motor e de participação únicos. A Terapia Ocupacional trabalha esse perfil individual para ampliar autonomia e participação na escola, em casa e no brincar.

    Entenda

    O papel da Terapia Ocupacional no Autismo

    Crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) frequentemente apresentam particularidades no processamento sensorial, na coordenação motora e na participação em rotinas e interações sociais.

    A Terapia Ocupacional atua avaliando como essas particularidades impactam as ocupações do dia a dia da criança — brincar, se alimentar, se vestir, participar da escola e conviver em família — e constrói, junto com a família, estratégias individualizadas para ampliar a autonomia e o bem-estar em cada um desses contextos.

    Observe

    Sinais que podem indicar a necessidade de avaliação

    Sinais que aparecem com frequência em crianças com dificuldade de integração sensorial.

    01.

    Reações intensas a sons, luzes, texturas ou cheiros específicos, ou busca constante por estímulos sensoriais (girar, balançar, tocar objetos repetidamente).

    02.

    Dificuldade em brincadeiras compartilhadas, prefere brincar sozinho ou repete os mesmos padrões de brincadeira.

    03.

    Resistência a mudanças de rotina ou transições entre atividades, com desconforto intenso diante do imprevisto.

    04.

    Movimentos repetitivos com o corpo (balançar as mãos, andar na ponta dos pés, repetir sons ou frases).

    05.

    Dificuldade em tarefas de autocuidado (vestir-se, alimentar-se, higiene) apesar de idade compatível para essas habilidades.

    06.

    Desafios em manter atenção compartilhada ou em participar de atividades em grupo na escola.

    Procure Ajuda

    Como a Terapia Ocupacional ajuda

    A intervenção começa com uma avaliação que mapeia o perfil sensorial, motor e funcional da criança, além de observar como ela participa das suas rotinas e ocupações principais.

    A partir desse mapeamento, o plano terapêutico combina estratégias de regulação sensorial, desenvolvimento de habilidades motoras e de autocuidado, construção de rotinas mais previsíveis e acessíveis para a criança — sempre através do brincar terapêutico e de atividades significativas para aquela criança específica.

    O trabalho é feito em conjunto com a família e, quando possível, com a escola, para que as estratégias façam sentido em todos os ambientes que a criança frequenta.

    Quer entender melhor o perfil do seu filho?

    Uma avaliação individualizada ajuda a mapear as necessidades específicas da criança e construir um plano de cuidado sob medida.

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